Seu e meu. Meu e seu.
Ou só seu, se preferir.
Porque eu simplesmente não sei
se já falei disso com você…
Da impotência que sinto em ajudar,
em tornar as coisas mais leves.
Na maioria das vezes.
Da impotência que já escrevi em algum lugar.
Mas, saber do que sei me deixa
profundamente
triste.
Faz com que todos esperem meu aniversário
mais do que eu mesma.
Talvez por me sentir como uma
mãe que adotou e adotei.
Talvez por ser tudo isso
e tanta coisa
todos os dias
para mim.
Se quiser
venha
fale
chore.
Se quiser vir falar
até soluçarmos em uníssono.
Até eu conseguir te levar para um mundo
que é seu
que é meu
que é seu
e só seu.
Um mundo particular de cada amizade.
Um mundo particular de nós
e de tudo que tenho compartilhado
só com você.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
O que escapa a todos nós.
Agora que já terminei tudo,
Posso fazer isso.
O que eu queria fazer há muito tempo.
Não sei se ajuda. Nem sei se aceita essas ínfimas linhas.
Mas, elas estão aqui para pintar o que seus filmes fazem
em sua fotografias, e daí
em minha vida.
Estão aqui como abraços-apertados,
doces-crocantes, doces-coloridos, doces-doces.
Como uma única grama bem verde.
E, do lado dela, um trevo perdido que eu só achei
porque queria dá-lo a você.
Como a carta mais bonita,
escrita em uma máquina-louca-de-escrever.
(ou datilografada, como até os duendes diriam!)
Sinto que minhas palavras sejam demasiado... bobas.
Porque leio o que escreve, leio o que lê
e elas parecem assim.
Eu nem sei.
Só queria que ficasse bem.
Posso fazer isso.
O que eu queria fazer há muito tempo.
Não sei se ajuda. Nem sei se aceita essas ínfimas linhas.
Mas, elas estão aqui para pintar o que seus filmes fazem
em sua fotografias, e daí
em minha vida.
Estão aqui como abraços-apertados,
doces-crocantes, doces-coloridos, doces-doces.
Como uma única grama bem verde.
E, do lado dela, um trevo perdido que eu só achei
porque queria dá-lo a você.
Como a carta mais bonita,
escrita em uma máquina-louca-de-escrever.
(ou datilografada, como até os duendes diriam!)
Sinto que minhas palavras sejam demasiado... bobas.
Porque leio o que escreve, leio o que lê
e elas parecem assim.
Eu nem sei.
Só queria que ficasse bem.
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domingo, 31 de julho de 2011
oh, my!
Hoje parece que há em mim
uma vontade tão grande de escrever.
Mas, como tudo que há,
também há minha imensa falta de iniciativa.
Também pudera!
Os eus-interiores nunca estão onde deveriam.
Sempre estão lá
dançando freneticamente na balada do louco.
uma vontade tão grande de escrever.
Mas, como tudo que há,
também há minha imensa falta de iniciativa.
Também pudera!
Os eus-interiores nunca estão onde deveriam.
Sempre estão lá
dançando freneticamente na balada do louco.
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
digusting
Eu lhe escreveria um poema inteiro.
Mas, isso me faria chorar agora.
E o faria chorar depois.
Não precisamos de nada disso.
Aliás, não precisamos mais disso.
Note que nem me atrevi a usar uma mesóclise.
Quando era necessária e bem-vinda.
Porque sei que não gosta.
Mas, isso me faria chorar agora.
E o faria chorar depois.
Não precisamos de nada disso.
Aliás, não precisamos mais disso.
Note que nem me atrevi a usar uma mesóclise.
Quando era necessária e bem-vinda.
Porque sei que não gosta.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
[falha no recebimento do sinal]
Falta aguda. Visceral.
E não é porque eu queira dar um toque de realismo ao que escrevo.
Nem de surrealismo de Dalí de Kahlo de seja lá quem for.
Falta do que já foi e não é mais.
Falta do que já foi e já foi tarde.
Falta do que não foi e tarda em vir.
Sei que nada deveria se basear na falta.
Mas, falta-me evidência de que isso se realize.
Assim como me falta coragem de assumir.
Assumir que penso demais enquanto escrevo.
Que penso mais do que vivo. Que penso que vivo.
Que finjo viver em um mundo que é só meu.
E não é porque eu queira dar um toque de realismo ao que escrevo.
Nem de surrealismo de Dalí de Kahlo de seja lá quem for.
Falta do que já foi e não é mais.
Falta do que já foi e já foi tarde.
Falta do que não foi e tarda em vir.
Sei que nada deveria se basear na falta.
Mas, falta-me evidência de que isso se realize.
Assim como me falta coragem de assumir.
Assumir que penso demais enquanto escrevo.
Que penso mais do que vivo. Que penso que vivo.
Que finjo viver em um mundo que é só meu.
domingo, 22 de maio de 2011
Isso é tudo?
Espero que, quando tudo isso acabar,
não esteja eu também acabada.
Porque sei que assim não sou,
e sim o contrário, a outra mão
como hoje já disse.
Inacabada.
E são promessas também assim.
Leituras. Escritos.
Sonhos. Planos.
Sentimentos. Inacabados.
E mal resolvidos.
Que andam a tirar-me
os ventos, as folhas, os grãos.
Só restam as cinzas
daquilo que nem sei
mas que não há dúvida
ter sido incinerado.
Quem é você?
Deixe para responder depois.
Depois do entardecer de quarta-feira.
não esteja eu também acabada.
Porque sei que assim não sou,
e sim o contrário, a outra mão
como hoje já disse.
Inacabada.
E são promessas também assim.
Leituras. Escritos.
Sonhos. Planos.
Sentimentos. Inacabados.
E mal resolvidos.
Que andam a tirar-me
os ventos, as folhas, os grãos.
Só restam as cinzas
daquilo que nem sei
mas que não há dúvida
ter sido incinerado.
Quem é você?
Deixe para responder depois.
Depois do entardecer de quarta-feira.
sábado, 7 de maio de 2011
I dreamed a dream.
talvez nem faça tanta diferença eu lhe dizer isso,
mas suas fotos são lindas.
e me fazem querer ir para paris ainda mais...
mas suas fotos são lindas.
e me fazem querer ir para paris ainda mais...
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