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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Na era dos ésse-ême-ésses.

Janeiro passou sem que eu escrevesse poema algum, uma carta que fosse, ou apenas míseros bilhetes. Sem que eu contasse histórias de grandes aventuras, já que não as tenho vivido - ao menos quando se trata dessas aventuras previamente embaladas para o apreciar da sociedade. Passou sem que ao menos eu lhe contasse como tem sido viver nesses dias um tanto desanuviados, cheios de idéias, mas de um fazer extremamente escasso.

Não consigo explicar porque só agora escrevo, nem porque escrevo nessa forma mais corrida que talvez me inspire e transpire algo mais coeso e plenamente conteudístico. Entendeu? Ora pois, Saturno anda mais em oposição do que deveria. Enfim, talvez eu tenha só perdido a prática em lhe falar. Ou talvez seja isso só hoje, o que caberia melhor para que eu acabasse essas linhas feliz.

Só queria dizer que ando bem. Que não tenho feito muitos planos, porque planejar geralmente é algo terrível na minha vida, mas tenho exagerado nos sonhos. Exagerar parece ruim, mas não é não, é só falta de palavra melhor no momento.

sábado, 26 de março de 2011

servirão as desculpas?

Eu sei que eventualmente tenho desejos muito 'neverlandeses'.
Porque, às vezes, é tão difícil deixar algo para trás.
Na verdade eu nem sei se devo fazer uma apologia de tudo o que tenho feito.

Eu simplesmente não consigo deixar. Deixar para lá. Deixá-lo.

Exorcisar… é isso o que me disse?
Sabe do meu desconhecimento.
Por enquanto, eu nem quero saber o que significa.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Você bem sabe

Eu queria que voltasse a escrever…

Já faz um mês,
e eu estou literalmente perdida sem suas linhas.
e eu estou apaticamente aliteral sem suas palavras.
e eu estou prosadamente-e-poeticamente finalizada sem tudo.

Já faz um ano,
e eu estou sem notícias,
sem abraços,
sem nada.

Já faz bem mais do que isso,
e ponto.